A aparente legalidade dos atos do colonizador legitimada pela chamada
cultura brasileira, não mostra a real participação negra na construção da identidade nacional, mas sim a apropriação branca dos seus valores culturais e sua destruição, tornando-a imperceptível aos olhos dos próprios negros, afim da inserção dessa população preta não por serem o que são, mas sim por um novo método complexo de escravidão e dominação. Somos a população, mas não a nação. Somos a população, mas não cidadãos. Pra estarmos na marginalidade nos basta nascer.